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Crítica: Amytiville – O Despertar

Crítica: Amytiville – O Despertar

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Olá! O filme de hoje é um terror surpreendentemente bom (sério, jamais imaginaria).

Amytiville – O Despertar conta a história de uma família em 2017 que muda para a famosa casa no subútbio de NY onde vários assassinatos de caráter sobrenatural aconteceram. A família tem a mãe e 3 filhos. Uma pequena, de uns 5 anos, e dois gêmeos de uns 17. Um dos gêmeos é nossa protagonista e o outro é um garoto e está em estado vegetativo.

Bom, esse filme é surpreendente. A gente pensa que não tem mais como fazer história criativa sobre Amytiville, mas tem. Belle (a protagonista) está no ensino médio e chega lá sem saber qual era a da casa em que ela estava. Isso da a oportunidade pra quem não conhece de entender a história por trás. MAS, se você – como eu – já conhece o universo, esse filme está cheio de coisas pra você. O roteiro está todo trabalhado no que existe em volta dessa casa. Desde livros a reportagens e adaptações cinematográficas.

Se você conhece o modo como a casa funciona – e nesse ponto a gente precisa trabalhar com a verdade do material que existe por aí, independente se a gente acredita ou não – verá que está tudo muito bem construído e dentro do que os Warren definem como presença demoníaca. Se não, embora o filme funcione por si só, sugiro fortemente que você pesquise sobre a história da casa. É muito mais legal chegar no filme com background, acho eu.

Embora o filme trabalhe com o famoso jumpscare, ele não é repetitivo e muito menos previsível. Claro que dá pra identificar as marcas do susto vindo, mas é tão rápido que não dá tempo do cerebro acostumar e aí o susto funciona. Eu levei sustos reais nesse filme, nenhum deles baseado em coisas feias.

A maneira como o filme termina – que não vai ser falado aqui, não se preocupe – também está muito bem feita de forma que você sai do cinema com a sensação de que acabou alí e tá tudo certo. Não está atrelado a 8274 continuações como a maioria dos filmes que vemos hoje e isso é uma quebra de padrão que me deixa muitíssimo satisfeita.

Por ultimo, os atores estão todos muito bem. A menininha foi colcoada de forma que sua atuação não ficasse de forma nenhuma exagerada – criança é difícil né – e tudo ficou muito bem feito. Inclusive o garoto de coma. Os “amigos” de Belle talveeez tenham sido muito mais muleta de roteiro do que deveriam, mas no fim das contas a história é sobre a família na casa, então não me incomodou.

Nanna Mastrogiovanni Trabalhando pra colocar as mulheres nos holofotes da cultura nerd. Aaash, e eu fiz faculdade de Cinema.

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